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A história do Madureira Esporte Clube sempre esteve
ligada ao comércio local. Foi no ano de 1932 que os
comerciantes Elísio Alves Ferreira, Manoel Lopes da
Silva, Manuel Augusto Maia e Joaquim Braia, entre outros,
lideraram um movimento no sentido de ser fundado um grande
clube em Madureira. O grupo entrou em contato com Uassir do
Amaral, então presidente do Fidalgo Madureira Atlético
Clube. Na época, pensou-se ainda na fusão com
o Magno Futebol Clube, o que, de início, foi reprovado
pelos sócios.
Após várias Assembléias,
em 16 de fevereiro de 1933 ficou considerado fundado o Madureira
Atlético Clube, com a data de 08 de agosto de 1914,
que era do Fidalgo. O novo clube passou a adotar em seu emblema
e nos uniformes a cor azul do Magno e a roxa do Fidalgo. Em
1939, o Madureira disputou o Campeonato pela Federação
Metropolitana de Futebol, sagrando-se campeão no quadro
de amadores e campeão nos profissionais do Torneio
Início.
Com o objetivo de dinamizar, ampliar e engrandecer
atividade esportiva do clube, no dia 12 de outubro 1971 foi
criado o Madureira Esporte Clube, resultado da fusão
feita com o Madureira Atlético Clube, Madureira Tênis
Clube e Imperial Basquete Clube. A data de fundação,
no entanto, prevaleceu a de 08 de agosto de 1914, para
efeito nas Federações.
Desde então, o Madureira tornou-se
um Celeiro de Craques, formando inúmeros profissionais
para o futebol brasileiro, inclusive com passagem pela Seleção
Brasileira. Daqui saíram, entre outros, Didi, Evaristo,
Jair da Rosa Pinto, Isaías, Lelé, Nair e Nelsinho.
De um período mais recente, foram crias do Tricolor
suburbano jogadores como: Marcelinho Carioca (um dos atletas
mais vitoriosos do futebol brasileiro), Iranildo (fez sucesso no Flamengo, Botafogo e Brasiliense), Naza (campeão
da Libertadores 1997 pelo Vasco), Léo Lima (bi-campeão
mundial pela Seleção Brasileira Sub-17 em 1999)
e Souza (bi-campeão mundial pela Seleção
Brasileira Sub-17 em 1999 e artilheiro do Campeonato Brasileiro
2006 pelo Goiás).
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